A curiosidade sobre ervas na idade média vai muito além do tempero na comida. Você sabia que essas plantas eram a farmácia e o supermercado de um tempo sem acesso à tecnologia moderna? Pois é, muitos dos saberes que hoje redescobrimos foram guardados por séculos. Neste post, eu vou desvendar como essas maravilhas verdes eram usadas para curar males, conservar alimentos e até proteger contra doenças temidas. Prepare-se para conhecer segredos de cura que atravessaram gerações.

Como as ervas na idade média serviam como base para a medicina e conservação de alimentos?

Naquela época, sem farmácias como as nossas, as ervas eram a principal ferramenta para cuidar da saúde. Elas eram usadas para equilibrar o corpo e aliviar dores comuns. A sálvia, por exemplo, era amiga dos dentes e da gengiva. Lavanda e alecrim não serviam só para perfumar, mas também tinham funções terapêuticas.

Além da saúde, as ervas eram essenciais na cozinha. Salsa, hortelã e coentro não só deixavam os pratos mais gostosos, mas também ajudavam a conservar os alimentos por mais tempo. Isso era crucial em um período onde a refrigeração não existia.

Em Destaque 2026

“Na Idade Média, ervas eram essenciais para remédios, temperos e purificação do ar, pois especiarias importadas eram caras.”

ervas na idade média
Referência: www.revistaprosaversoearte.com

Ervas na Idade Média: Um Legado de Sabedoria Curativa e Prática

Viajar no tempo até a Idade Média é desvendar um universo onde a natureza era a principal farmácia e despensa. As ervas não eram meros temperos ou adornos; elas eram a essência da vida, utilizadas em uma escala impressionante para tratar desde males físicos até questões espirituais e de higiene. O conhecimento sobre suas propriedades era um tesouro, guardado e transmitido através de gerações, moldando o cotidiano de reis e camponeses.

Entender o papel das ervas nesse período é mergulhar em uma medicina popular e em práticas culinárias que, em muitos aspectos, lançaram as bases para o que conhecemos hoje. Era uma relação intrínseca com o mundo natural, onde cada folha, raiz ou flor carregava um potencial terapêutico ou nutricional.

Raio-X das Ervas na Idade Média
UsoExemplos de ErvasFunção Principal
MedicinaSálvia, Lavanda, Alecrim, Tanchagem, Absinto, Arruda, FunchoTratamento de dores, equilíbrio do corpo, cicatrização, digestão, proteção contra parasitas, desinfecção.
CulináriaSalsa, Hortelã, Endro, CoentroAromatizar e conservar alimentos.
Higiene e ProteçãoErvas aromáticas em geralMascarar odores, purificar o ar (especialmente em tempos de peste).
10 Ervas Medievais Essenciais para a Culinária e Medicina
Referência: scienceinschool.org

Usos Principais das Ervas na Idade Média

As ervas permeavam todas as esferas da vida medieval. Na medicina, eram a primeira linha de defesa contra doenças e ferimentos, com receitas passadas oralmente ou registradas em manuscritos. Na cozinha, transformavam pratos simples em refeições mais saborosas e seguras para o consumo, auxiliando também na conservação. Além disso, seu uso se estendia à higiene pessoal e à proteção contra o que se acreditava serem influências negativas ou doenças contagiosas, como a Peste Negra.

A versatilidade dessas plantas era notável. Elas eram colhidas em jardins próprios, nos campos ou em florestas, e seu preparo variava desde infusões e decocções até pomadas e cataplasmas. A sabedoria popular, muitas vezes transmitida por mulheres, era um pilar fundamental para a manutenção da saúde e do bem-estar comunitário.

A História Secreta das Mulheres Herboristas na Idade Média
Referência: apaixonadosporhistoria.com.br

Ervas Comuns e Suas Funções Medievais

Diversas ervas se destacavam pela sua utilidade. A sálvia, por exemplo, era amplamente utilizada para tratar problemas dentários e inflamações na boca, além de suas propriedades tônicas. O absinto, conhecido por seu amargor, era empregado no combate a parasitas intestinais, um mal comum na época. A arruda era vista como um poderoso amuleto protetor, acreditando-se que afastava o mau-olhado e energias negativas.

O funcho era um aliado digestivo indispensável, ajudando a aliviar inchaços e desconfortos após as refeições. Já a tanchagem, uma planta rústica e abundante, era um recurso valioso para o tratamento de feridas, cortes e picadas de insetos, devido às suas propriedades adstringentes e cicatrizantes.

Como os Monges Preservavam o Conhecimento sobre Ervas
Referência: www.ambientelegal.com.br

A Medicina Baseada em Ervas Medieval

A medicina medieval, embora rudimentar pelos padrões atuais, possuía um conhecimento empírico profundo sobre as propriedades das ervas. Acreditava-se no equilíbrio dos humores corporais, e as ervas eram selecionadas para restaurar essa harmonia. Sálvia, lavanda e alecrim não eram apenas aromáticas, mas consideradas essenciais para equilibrar o corpo e aliviar dores diversas, desde dores de cabeça a dores musculares.

O preparo dessas

Dicas Extras

  • Preservação do Conhecimento: Se você se interessa por como o conhecimento sobre ervas era guardado, saiba que os mosteiros eram verdadeiros centros de saber. Monges copistas dedicavam tempo a criar herbais detalhados, ilustrando plantas e descrevendo seus usos.
  • Ervas na Higiene Diária: Além de temperar a comida e curar, muitas ervas tinham um papel na higiene pessoal. Lavar-se com infusões de ervas como a camomila ou a alfazema deixava um aroma agradável e ajudava a refrescar a pele.
  • O Poder das Ervas Aromáticas: Durante epidemias, como a Peste Negra, acreditava-se que certas ervas aromáticas, como o alecrim e o zimbro, podiam purificar o ar e afastar o mal. Por isso, eram queimadas em ambientes fechados.
  • Jardins Monásticos: Os mosteiros frequentemente possuíam jardins específicos para o cultivo de ervas medicinais e culinárias. Esses espaços eram cuidadosamente planejados, com ervas dispostas de acordo com suas propriedades e épocas de colheita.

Dúvidas Frequentes

Quais ervas eram mais comuns na culinária medieval?

Na culinária medieval, ervas como salsa, hortelã, endro e coentro eram amplamente utilizadas para realçar o sabor dos pratos. Elas também ajudavam na conservação de alimentos, devido às suas propriedades antimicrobianas naturais.

Havia riscos no uso de ervas na Idade Média?

Sim, o uso de ervas podia apresentar riscos, especialmente para as mulheres. O conhecimento popular sobre plantas medicinais, quando não supervisionado pela Igreja, podia levar a acusações de bruxaria. Além disso, o uso incorreto de certas ervas podia ser tóxico.

Como o conhecimento sobre ervas era transmitido?

O conhecimento sobre ervas na Idade Média era transmitido de diversas formas. Monges registravam em herbais detalhados, curandeiros passavam seus saberes oralmente, e o uso prático no dia a dia era fundamental. A preservação desse conhecimento foi crucial para a história das ervas medicinais.

O Legado das Ervas Medievais

A Idade Média nos deixou um legado riquíssimo sobre o uso das ervas. O que era prática comum para a cura, tempero e até higiene, hoje é resgatado por sua eficácia e conexão com a natureza. Explorar os jardins monásticos medievais e entender o herbalismo medieval é abrir uma porta para saberes ancestrais. Que tal se aprofundar nos tratamentos com ervas na idade média ou descobrir mais sobre as mulheres e ervas na idade média? O passado verde ainda tem muito a nos ensinar.

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Cintia Madeiras é autora do site https://gulosoesaudavel.com.br/ nao fale que ela é nutricionista, mas estudiosa de frutas, verduras e alimentos, crie um parágrafo em primeira pessoa apresnetando cintia como autora do site Lite Olá! Sou Cintia Madeiras, a criadora por trás do site Guloso e Saudável. Minha jornada no universo da alimentação não vem de um diploma de nutricionista, mas de uma paixão profunda e de anos de estudo dedicado a entender o poder das frutas, verduras e de cada alimento que a natureza nos oferece. No meu site, compartilho minhas descobertas e receitas, buscando inspirar uma relação mais gostosa e consciente com a comida.

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